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Assunto de família

Assunto de família
(por Yokubo)

O acontecimento que relatarei a vocês aqui ocorreu a alguns anos quando, após me formar na faculdade de Direito realizei uma viajem ao Uruguai. Possuía 23 anos na época, estava no auge da minha vida, recém formada, feliz, noiva e confiante no futuro. Considero que tenha sido talvez a melhor fase da minha vida. Sempre me considerei uma mulher bonita, herdei dos meus pais um tom de pele claro que contrastava com olhos bem negros causando um efeito impactante. Possuía a altura correta, nem muito alta e nem muito baixa, seios fartos mas não exagerados e um rosto de traços finos e delicados que enganava minha idade, ma dando um aspecto bem mais jovem. Como já falei estava noiva e casaria dentro de um ano com Júlio, um homem bom e disposto a ser fiel e companheiro.

Havia ganho a viajem ao Uruguai como uma espécie de presente por ter terminado a faculdade e pretendia descansar pelos próximos dois meses antes de começar a me preocupar com o casamento e com o exame da ordem dos advogados que teria que fazer. O plano era, sair de São Paulo, passar alguns dias na casa dos meus tios em Porto Alegre e de lá partir, no sábado, para Montevidéu, onde encontraria meu noivo que já se encontrava lá a trabalho.

Cheguei numa terça-feira à casa dos meus tios, não os via a dois anos e gostava bastante deles. Formavam um casal simpático que sempre me tratou como uma segunda filha. Além disso estava ansiosa para rever meu priminho Miguel. Da ultima vez que o havia visto estava com onze anos e até por isso me surpreendi quando o encontrei no aeroporto junto aos pais, havia crescido bastante, se tornado mais alto e apesar de ainda ter um claro jeito de criança, agora aos catorze anos já possuía traços bem adultos e se mostrava um jovem educado, bonito e agradável.

Passamos juntos o resto do dia, colocamos as novidades e os assuntos familiares em dia e fomos dormir após jantar. O dia seguinte transcorreu também de forma bastante agradável, aproveitei o tempo para passar a manhã jogando com Miguel jogos de computador e conversamos bastante, principalmente a respeito de sua vida. Ele me dava a impressão de ser um pouco tímido demais e até mesmo melancólico. Perguntei a respeito das garotas da escola, se havia alguma especial e ele se mostrou sem jeito, envergonhado. Não forcei. Naquela noite ele me chamou para assistir filme com ele e ficamos os dois no sofá da sala até mais tarde, enquanto meus tios dormiam. Após uma hora mais ou menos notei que Miguel também havia adormecido e como estávamos encostados um no outro, cobertos juntos, aproveitei para me arrumar melhor no sofá. Foi então que notei algo que me chamou a atenção, o garoto estava obviamente com uma forte ereção, não havia percebido antes mas agora, me ajeitando, encostei sem querer meu braço entre suas pernas e pude perceber como estava duro seu pênis. Ele estava de pijama, sem cueca por baixo e portanto não havia nada que limitasse sua rigidez. Aquilo me deixou intrigada, na minha cabeça Miguel era ainda uma criança, mas evidentemente seu corpo já possuía a potência e a virilidade de um adulto. Tentei não acordá-lo mas a televisão não ajudou, um barulho de explosão mais alto e repentino que o normal o tirou de seu sono, fiz o possível para fingir que não havia percebido nada mas pude notar que ele ficou constrangido e se afastou de mim, não falou nada mas ambos entendemos e percebemos um ao outro.

Na noite seguinte imaginei que ele se afastaria de mim mas ao contrário da minha expectativa Miguel me convidou novamente para assistirmos outro filme, relutei um pouco mas acabei aceitando. Dessa vez a cena se repetiu, ele ficou bem colado a mim com a desculpa de que estava frio e pude sentir após algum tempo sua excitação crescendo, desta vez ele não estava dormindo e, ao que me pareceu, fazia questão de esfregar seu pau em mim com a desculpa de se acomodar no sofá ou qualquer outra coisa. Deixei rolar, aquilo para dizer a verdade havia me excitado também na noite anterior e deixei para ver o que aconteceria. Não aconteceu nada… Ele não passou daquele ponto e eu não forcei a barra, estava me deliciando com aquela situação, meu jovem priminho, catorze anos, uma criança até bem pouco tempo atrás estava agora derretendo de tesão bem ao meu lado, se esfregando em mim, devagar, de forma escondida, culpada, mas estava, e isso estava mexendo comigo.

Tive dificuldades para dormir aquela noite, fiquei pensando longamente sobe o que estava ocorrendo e decidi tomar a dianteira da situação. Sempre tive uma personalidade competitiva e possessiva, sei da importância da primeira relação sexual na vida de um homem, sei o quanto influência em seus gostos e fantasias os primeiros contatos sexuais e decidi que criaria uma lembrança na mente do meu primo que ele nunca mais iria esquecer, me deliciava saber que por mais mulheres que ele tivesse em sua vida, ele sempre se lembraria que a primeira vez foi comigo e que isso seria um segredo entre nós.

No dia seguinte, sexta-feira, meus tios me disseram que não poderiam almoçar em casa conosco pois já haviam se comprometido em ajudar na organização de um almoço na paróquia da igreja a qual pertenciam, me pediram desculpas e também me pediram para que tomasse cuidado com o horário de mandar Miguel para a escola, tinham medo que ele se atrasasse com seus jogos de computador e perdesse a van escolar que o buscava em casa após o almoço.
Aceitei a função prontamente, vi naquele momento a oportunidade de que precisava, dia seguinte estaria partindo de viajem e teria agora, nesse momento a sós com Miguel a intimidade necessária para lhe dar o melhor presente de sua vida.

Preparei nossa comida e fui tomar um banho, escolhi usar um leve vestido de seda, azul florido, levemente decotado e que se estendia até a altura das minhas coxas. Pensei em qual lingerie usaria e após um momento de indecisão decidi que o melhor seria não usar nada por baixo do vestido, assim teria a possibilidade de deixa-lo ver as partes do meu corpo que eu quisesse.

Após o almoço o chamei no quarto para conversarmos, o ajudei a revisar as matérias que teria naquele dia de aula e arrumei com ele sua mochila, procurei por duas ou três vezes cruzar minhas pernas ou me debruçar com o colo perto de seu rosto de modo a que ele tivesse como observar meu corpo. Notei que em todas as vezes em que me insinuei ele não desviou o olhar, buscava ver o que podia da minha pele de modo furtivo. Quando terminamos olhei para ele e perguntei se ele já havia beijado alguma garota. Me disse que sim mas podia ver em seu rosto sua insegurança, ele estava sentado na cama e sentei ao seu lado, segurei sua mão e a coloquei em meu seio. Ele se mostrou espantado mas não fugiu da situação, meu vestido de seda era bem leve, introduzi sua mão pelo meu decote e em seguida o beijei. A despeito da qualidade sofrível daquele beijo, comecei a me sentir excitada com a situação, continuei o beijando e sentindo sua mão acariciando meu seio, pude perceber que ele também estava excitado.

Afastei meu rosto do dele e contei que havia percebido a ereção dele nas duas noites anteriores. Ele quis negar mas o acalmei, disse que era normal e que estava tudo bem. Em seguida disse:

– Miguel, quero que você se levante.
Sem protestar ele se levantou e ficou de frente pra mim, continuei sentada.
– Agora quero que você abaixe sua calça primo, quero ver seu corpo.

Ele obedeceu, olhei para ele enquanto ele desabotoava o cinto e abria o zíper da calça e pude ver o quanto ele estava nervoso e envergonhado. O garoto estava super vermelho.

Quando sua calça desceu observei por alguns momentos sua semi ereção sob a roupa de baixo, o arranhei de leve com as pontas das unhas e beijei seu pênis por cima da roupa e vi como ele endureceu na hora. Abaixei sua cueca e pude ver seu cacete duro e grande. Era impressionante o quanto me excitava olhar para seu pau, com características já tão adultas. Um cacete de homem, respondendo como um homem deve responder mas em um corpo ainda de garoto. Senti escorrer minha boceta de tanto tesão que eu estava sentido naquele momento. Fui com calma, não queria estragar a magia do momento. Beijei a parte de cima de seu pinto com calma, em seguida com as mãos, arranhei sua bunda e coxas enquanto sentia a cabeça de seu pinto passear de leve pelo meu rosto.

Ainda hoje quando lembro disso me sinto molhada. Com a mão toquei seu saco, senti suas bolas e as massageei, abri a boca e lentamente engoli todo aquele cacete. Nessa hora meu priminho soltou um delicioso gemido de prazer. Continuei calmamente apesar do fogo que me consumia entre as pernas, lambi cada parte daquele cacete, senti em minha boca a pulsação de cada veia, me inebriei com seu cheiro de homem e provei as gotas de lubrificação que escorriam de seu membro. Mantinha o ritmo lento para maximizar seu prazer e também porque eu queria degustar cada partezinha do corpo dele, com a mesma calma e controle de quando comemos um doce raro e caro. Olhei para ele e vi que ele estava delirando de prazer. Não sabia o que fazer com as mãos, não me tocava, nem no rosto, mantendo-as para trás, permitindo que eu explorasse livremente seu corpo com minha língua. Com a mão continuava a massagear suas bolas enquanto chupava seu pau, sempre com calma, sempre com ritmo e intensidades adequadas. Usei minha outra mão para masturbá-lo enquanto o chupava, para frente e para trás, não empurrando a pele de seu pau mas escorregando a mão por ele que se encontrava agora lambuzado de saliva e gotas de esperma da base até a cabeça. O cacete dele estava tão duro que poucas vezes havia visto uma ereção tão forte, meu marido que na época era ainda meu noivo, apesar de sempre ter me dado muito prazer na cama nunca tinha ficado com o pau tão duro quanto meu primo estava naquele momento. Continuei por mais algum tempo e quando senti que ele estava para gozar me afastei. Não iria permitir que ele gozasse, eu estava no controle. Apesar do meu tesão que fazia minha boceta latejar me segurei. Nenhum dos dois iria gozar e eu havia decidido isso, toda essa situação era um capricho meu e por mim deveria ser regida, o controle que eu exercia era parte do meu prazer.

Levantei, beijei sua boca longamente, segurei suas mão quando ele tentou coloca-las em meu corpo e me afastei dele.

– Primo, que você se lembre disso para o resto de sua vida, tua prima te deu um presente agora percebe? E espero que você guarde esse presente com carinho.
– Sim prima, vou me lembrar, você pode ter certeza disso.
– Eu sei que vai Miguel, mas só para garantir quero que abra sua boca.

E quando ele obedeceu olhei fixamente em seus olhos e introduzi meu dedo anelar, ainda adornado pelo meu anel de noivado e meu dedo médio o mais fundo que pude em minha boceta, colhi o máximo que consegui do meu mel e os coloquei dentro de sua boca. Quando ele terminou de lambe-los mergulhei-os de novo em mim e depois os esfreguei em seu rosto, em seu nariz e em seus lábios.

– Sente meu gosto primo? Sente meu cheiro? Gosta deles?
Miguel não respondeu, delirando que estava, apenas gemeu de forma lenta e quente.
– Isso é para que você se lembre da tua prima pra sempre. Muito bem, agora termine de se arrumar, não quero que você se atrase para a escola. Acho que não preciso falar que isso deve ser mantido entre nós certo?
– Certo prima, não vou falar nada para ninguém, pode ficar tranquila.

Logo depois a buzina do seu transporte escolar anunciou o momento de nossa despedida. Quando ele saiu ainda me sentia febril, com a mente embaralhada pelo desejo, respirando de forma rápida e forte e encharcada entre as pernas. Sozinha na casa, deitei na cama e me masturbei, rapidamente explodi em um gozo que me fez tremer todo o corpo e perder o controle, ainda hoje lembro desse orgasmo e de sua intensidade fora do comum, havia ficado extremamente excitada. Tive de me banhar novamente.

No dia seguinte meu primo me acompanhou até o aeroporto junto com meus tios. Nos despedimos normalmente, como se nada houvesse ocorrido entre nós, um guardando o segredo do outro, um pacto velado de silêncio que nos acompanha até hoje.

Aos leitores desta história que por ventura estejam se perguntando a respeito do meu marido, devo dizer que em momento algum encarei o que ocorreu como infidelidade da minha parte, nunca considerei o que ocorreu uma traição. Encaro hoje o que houve entre eu e meu primo da mesma forma que encarei na época, como um assunto de família. Aos hipócritas que por ventura se sintam inclinados a me julgar, lembrem-se que eu vi o garoto nascer, o segurei em meus braços várias vezes, brinquei com ele em sua primeira infância, nos afastamos quando minha família foi morar em São Paulo mas os laços construídos durante nossas infâncias eram por demais fortes, não eramos estranhos, eramos conhecidos. Conhecíamos-nos intimamente e julgo absolutamente normal que a primeira real experiência sexual do meu primo tenha sido dada por mim, alguém que o ama, alguém próximo, alguém da família.

Sou absolutamente feliz com meu marido hoje, temos duas filhas e guardo com carinho o sabor do meu primo em minha memória, da mesma forma que tenho certeza que ele também se lembra com carinho daquele evento.
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